O porvir

O Porvir

Não precisa mentir, não precisa fingir
O que precisa é sorrir, precisa agir

Não precisa sumir e contrair
Só precisa desistir, não antes de assumir

Querer voar, cantar e voltar
Pra singularidade olhar e analisar

Agradecer sem acenar
Agarrar sem contestar

Correr das máscaras de véu
Fazer os dias ao léu

Pra viagem continuar
E um amplexo esperar

Solidão, que nada, meditar
Fortaleza é tudo, sonhar

Poder ir, contribuir, deferir
E um novo mundo exibir

A dor traduzir e emitir
O sofrimento calado a ouvir

Original: Sex 26 Abr – 18h45min

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Sobre leootaciano

Técnico em administração e informática, atua com publicidade, marketing e design, escritor

Publicado em abril 26, 2013, em Textos. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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